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Mês: Março 2016

Food Trucks: Ideia de Negócio

Food Trucks ou caminhões de alimentos funcionam como restaurantes sobre rodas e têm conquistado cada vez mais espaço nas ruas em São Paulo e em todo o Brasil. Baixo investimento e clientela mais ampla são aspectos vantajosos do setor e justificam sucesso entre os empreendedores.

Eles são tendência de bom negócio porque oferecem ao consumidor a possibilidade de comer bem e pagar pouco, além de terem um importante diferencial: a mobilidade.

Com esse empreendimento, o empresário pode ir à procura do público e conquistar clientes em vários pontos da cidade. Outra vantagem é que o investimento é bem menor do que o custo para abrir um restaurante, o que o torna atrativo para quem deseja dar o primeiro passo nessa área.

Monte seu Food Truck

Montar um food truck exige planejamento e pesquisa. A maioria dos veículos que atuam nesse segmento é formada por trailers, furgões, camionetes ou caminhões adaptados.

Em geral, eles são equipados com fogão e geladeira industriais, um tanque para detritos, um exaustor e um reservatório para economizar água com capacidade para 50 litros.

Na etapa de planejamento, o empresário deve levar em conta qual comida deseja comercializar para definir quais equipamentos serão necessários dentro do veículo. Isso influenciará diretamente nos gastos com matéria-prima e estrutura.

Estes aspectos devem ser considerados: segurança e exposição dos alimentos vendidos, estrutura elétrica e hidráulica, adesivagem ou pintura.

O empreendedor pode comprar um modelo e adaptar conforme suas necessidades, ou adquirir um já pronto. Há, ainda, a opção de investir em uma franquia.

Os food trucks são febre em são paulo

Explore as ruas

Há uma variedade gastronômica a ser explorada pelos food trucks: brigadeiro gourmet, hambúrgueres, crepes, tapiocas, tacos, massas, sanduíches naturais, sorveterias, comida vegetariana, paleteria, entre outros.

Para conquistar novos clientes e fazer o faturamento aumentar, o empreendedor pode criar ou participar de eventos que promovam a cultura de rua na localidade onde ele atua.

Ainda que seja um diferencial, trabalhar na rua também tem suas desvantagens. O clima, por exemplo, é um fator que influencia no faturamento. A agilidade no atendimento é uma característica observada pelos clientes.

Para facilitar o trabalho e reduzir o tempo de espera, os alimentos podem estar previamente preparados. Além disso, a contratação de funcionários deve ser pensada de maneira que a qualidade do atendimento não sofra interferência nos horários de pico.

Um pouco de história

Ainda que pareça uma febre, a adaptação de veículos para venda de comida de rua é uma atividade antiga que remonta ao século 19. No entanto, só na primeira década do século 21 os food trucks perderam o estigma de comida barata e de baixa qualidade.

Eles voltaram à tona com a crise econômica norte-americana, que levou diversos restaurantes a fechar as portas. Sem opção, os chefs vislumbraram na rua a oportunidade de oferecer alta gastronomia a baixo custo.

No Brasil, a tendência dos food trucks ganhou impulso e atraiu os que buscavam um incentivo para empreender.

Veja mais em nosso artigo A Origem dos Food Trucks .

 

Ideias de Negócios

  • Como montar um Food Truck

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tags: Food truck, comida de rua, alimentação fora do lar
Fonte: Sebrae Nacional – 23/12/2015

  • O Negócio de Food Truck
  • A Origem do Food Truck
  • Food Truck SP

 

 

A Origem do Food Trucks

O negócio de Food Trucks é rodar por aí, servindo comida boa, fresca, gostosa e diferenciada com respeito e amor da janela do nosso caminhão, todos os dias. Mas vamos olhar um pouco pra onde esse movimento começou.

NOS EUA

•Surgiu através da necessidade de alimentar os inúmeros pastores de boiada que passavam meses na estrada após a guerra civil, surgiu o chuckwagon texano, criado por Charles Goodnight em 1866. Percebendo o quão difícil era cozinhar durante viagens de boiadas, Goodnight pegou uma robusta carroça, construiu prateleiras e gavetas internas e a equipou com utensílios de cozinha, condimentos e primeiros socorros.

A comida baseava-se em grãos e farinhas não perecíveis e a carne consumida era bovina ou suína, seca, salgada ou defumada e muito gordurosa.

• Na década de 1890, já era comum ver carroças de comida servindo trabalhadores noturnos em grandes cidades como Nova York. The Owl foi a líder das carroças noturnas.

• No final dos anos 50 vieram a versões posteriores às carroças: os roach coaches. As cantinas móveis eram autorizadas a servir refeições em bases militares.

• O ressurgimento dos caminhões de comida aconteceu no período pós-recessão, nos anos 2000. Chefes de restaurantes sofisticados, cozinheiros experientes, se viram sem emprego e encontraram no caminhão uma opção óbvia.

• Comuns nas grandes cidades dos EUA, eles passaram a ser encontrados também nas zonas rurais dos EUA. Nos grandes centros eles não só são procurados por serem acessíveis e baratos, mas também por sua nostalgia! E sua popularidade continua crescendo.

NO BRASIL

• Não há nada mais natural do que comer na rua. Barracas de sardinha em Portugal; de bratwurst mit zenf na Alemanha; de chás na Índia; de crepes na França; e de cachorro-quente, acarajé, churrasquinho, pastel, caldo de cana e etc, no Brasil. Comida de rua, bem feita, é sinônimo de sociabilidade, compartilhamento, cultura, e além disso tem como característica o baixo custo.

• Até o ano de 2013, em São Paulo, eram qualificados legalmente como comida de rua apenas os bons e velhos pastéis de feira e os carrinhos de cachorro quente. Esses precursores seguiram assim durante décadas, sem grandes concorrências, e carregando sozinhos todo o charme cultural da comida de rua tipicamente paulistana.

• Em dezembro de 2013 o Buzina Food Truck ousou e foi para as ruas. Inovou a cultura gastronômica de rua trabalhando através de acordos para estacionar e servir em espaços privados. Nasce aí a comida de qualidade, ‘quase’ na rua.

• Em 2014 foi sancionada a lei municipal que permite, sob concessão, a venda de comida de rua em Food Trucks em São Paulo. Eles vieram pra ficar!

• Desde então, o interesse e o mercado de comida de rua no Brasil só aumentou. Cresce a produção de veículos especiais, os espaços para feiras gastronômicas sobre rodas, a mídia especializada e o principal: o público que se identifica com o movimento e é peça fundamental!

 

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